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A AFG - Associação Fernando Guidotti para Estudo e Preservação da Natureza nasceu em 1992 - na efervescência do movimento ambientalista da Conferência Mundial do Meio Ambiente no Rio de Janeiro, ECO 92 - para garantir a continuidade do trabalho de Fernando Guidotti, iniciado em 1980, e possibilitar a doação de imóveis seus para a instituição, como o Parque Ecológico Áreas Verdes, hoje Centro Ecológico Flora Guimarães Guidotti (nome de sua filha).
Outras propriedades doadas foram compradas por Fernando Guidotti, a partir de imóveis seus, que lhe geravam renda e que foram vendidos para custear tal compra, como:
• Reserva nativa de 1800 hectares, riquíssima em sua biodiversidade, nascentes e córregos, próxima ao perímetro urbano de Ponte Alta do Tocantins – Jalapão.
• Casas na Rua do Porto, lugar histórico e turístico de Piracicaba – SP, onde durante dez anos a AFG manteve o Centro Ecológico e Cultural GAIA.
• Sítio Tijuco Preto, área de Preservação Permanente vizinho ao Centro Ecológico Flora Guimarães Guidotti em Rio das Pedras- SP.
• Chácara Bela Vista, na Vila de São Jorge, a 800 metros da portaria do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.
Desde sua fundação a ONG e seus projetos são mantidos com recursos de seu fundador e presidente.
Entidade ambientalista sem fins lucrativos, a AFG é uma ONG (organização não governamental) que tem como objetivos principais a educação ambiental, a recuperação e preservação do meio ambiente.
A AFG foi declarada de utilidade pública em dezembro de 1996, faz parte do Conselho Estadual do Meio Ambiente – CONSEMA e do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA.
A AFG tem como principais trabalhos realizados :
• Recuperação ambiental de uma antiga propriedade canavieira, atualmente o Centro Ecológico Flora Guimarães Guidotti.
• Reflorestamentos exclusivamente com espécies nativas da região.
• Educação ambiental, através de projetos que aliam cultura e meio ambiente.
• Co-patrocínio do 1º carro solar brasileiro, o Banana Enterprise.
• Preservação e manutenção da reserva ambiental em Ponte Alta do Tocantins (Jalapão), com 1800 hectares.
• Denúncias e manifestações em defesa dos ecossistemas.
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